quinta-feira, 4 de junho de 2009

Um pouquinho de felicidade (post 1)

A você que chega agora, o aviso que irei dar em todo começo de escrita. Se for ler, leia o desde o primeiro e siga a ordem, segundo, terceiro e assim consecutivamente. Pois se não, irá se perder. Julgamentos aqui não são aceitos. Nós não queremos sua opinião, nem pena, compaixão e muito menos compreensão. Estão aqui por que quiseram, eu optei por escrever minha vida, mas isso não significa que eu tenha menos ou mais problemas que você. Ok? Então, podemos começar.

Eu dou total certeza a vocês, que este será o texto escrito com o maior dos prazeres. Aqui irá narrar à infância de uma criança, que apesar de tudo o que passou, era à criança mais feliz do mundo! Nós duas concordamos nisto, e pena que só reparamos isto agora. Engraçado, os olhos da Gabi enchem d’água só de lembrar como tudo era, saudade, saudade, saudade. Os relatos aqui serão todos da minha vaga memória. E elas começam quando ela tinha quatro anos. Eu posso adiantar os anos e voltar para trás, mas irei avisar a todos. Assim, ninguém fica perdido.

A única lembrança de seus quatros anos. Bom, eu não tenho certeza se foi com quatro ou seis. Mas é 90% de que foi com quatro. A primeira vez que o skate estaria na vida da criança.

Sua irmã como de costume foi até o pré buscá-la, havia ido com um amigo dela. Era um skatista. (quando chegarmos às duas irmãs vão entender tudo perfeitamente). E a pequena criança adorava quando ele ia. Havia uma subida para voltar para casa, a subida do pré, e ele a levava de cavalinho, quando chegava à rua “reta”, ele a segurava pela mão e a puxava. Vocês podem imaginar comigo a felicidade que a pequena ficava? Ela simplesmente se esquecia que como de costume sua irmã foi lhe buscar atrasada (de meia hora à uma hora, ela atrasava), e se esquecia que sua irmã ia perturbar ela mais tarde por qualquer bobagem. Esquecia de tudo, e era só criança rindo por estar em cima de um skate.

Bem, os dias eram assim, e ela não lembra muito desse tempo. A não ser claro, quando tinha seis anos no pré, e destacava entre as crianças porque não tinha medo do que as outras meninas tinham. Como baratas ou outros insetos, e sempre entrava na briga com meninos, e naquele tempo ela nunca apanhou de um garoto sequer.

Um pequeno relato da protagonista: Bem, nunca vou esquecer esse dia. Tinha uma menina que agora não me recordo o nome. Nossa, ela era o dobro de mim e nós tínhamos a mesma idade, ser pequena é fogo! E ai ela apostou comigo, que balançasse mais alto na balança ganhava (e eu não lembro qual era o prêmio, sei que ela não me deu). Bem, fui lá. Fui tão alto que até a professora ficou com medo deu cair. Pois bem, ela tinha que me passar. Não segurou direito, queria impressionar... Caiu de cara no chão. Bem, eu não lembro o que tinha que ganhar. Mas naquele dia eu ganhei “fama” e muitas risadas.

Ela fala com tanto entusiasmo que chega ser até engraçado, vocês não acham? Eu acho. Haha.

Vou resumir agora os dias de Gabriela, talvez ela passe por mais um dos relatos dela, ela gosta de falar deles. Bem, vamos lá.

Antes disto, uma última coisa que tenho que colocar em pauta. Quando ela tinha seis anos, tenho uma vaga lembrança de umas das amigas dela falando.

A amiga: E ai Gabi, está com quantos anos?

A menina fez uma breve pausa e já ia continuar dizendo... Doi...E então ela respondeu.

Gabi: Seis. Deixou um pequeno sorriso vir à face.

A cara de espanto da garota foi ótima, e todos os outros ao redor riram. Ela havia saído por uns tempos do prédio 67 e voltado a pouco, por isso se assustou tanto. Para reparem que a face de criança dela, vem realmente desde criança.

Bem, vamos ao sete anos de vez. A melhor fase, e as melhores lembranças da infância dela. Ou vocês esperaram ler só desgraça? Bem, era a pequena menina mais menino que existia (até hoje é assim). Era muito mais convencida que hoje em dia, mas não era convencida por sua beleza. Era convencida pelo que fazia. (Apesar de nunca se achar bonita, ela também nunca se achou feia. Se achou na média, e sempre teve todo e qualquer homem que desejou... Poderosa! Haha!)

Eu vou dividir em dois posts pessoal, ficou muito grande, então amanhã se eu ainda tiver internet posto o resto da vida de criança. x3

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